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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Fábula e personificação em Lindo Lago do Amor



Lindo Lago do Amor


Gonzaguinha

E bem que viu o bem-te-vi,
A sabiá sabia já.
A lua só olhou pro sol;
A chuva abençoou
O vento diz "ele é feliz"
A águia quis saber
Por que , por qui, porquá será
O sapo entregou
Ele tomou um banho d'água fresca
No lindo lago do amor
Maravilhosamente clara água
No lindo lago do amor

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Pronomes demonstrativos

Ainda Gosto Dela
Hoje acordei sem lembrar
Se vivi ou se sonhei
Você aqui nesse lugar
Que eu ainda não deixei
Vou ficar?
Quanto tempo
Vou esperar
E eu não sei o que vou fazer não
Nem precisei revelar
Sua foto não tirei
Como tirei pra dançar
Alguém que avistei
Tempo atrás
Esse tempo está
Lá trás
E eu não tenho mais o que fazer, não...
Eu ainda gosto dela
Mas ela já não gosta tanto assim
A porta ainda está aberta
Mas da janela já não entra luz
E eu ainda penso nela
Mas ela já não pensa mais em mim
Em mim não...
Ainda vejo o luar
Refletido na areia
Aqui na frente desse mar
Sua boca eu beijei
Vou ficar
Só com ela eu
Quis ficar
E agora ela me deixou
Eu ainda gosto dela
Mas ela já não gosta tanto assim
A porta ainda está aberta
Mas da janela já não entra luz
E eu ainda penso nela
Mas ela já não pensa mais em mim
Eu vou deixar a porta aberta
Pra que ela entre e traga a sua luz...
Hoje acordei sem lembrar
Se vivi ou se sonhei
Você aqui nesse lugar
Que eu ainda não deixei
Vou ficar?
Quanto tempo
Vou esperar
E eu não sei o que vou fazer, não...
Eu ainda gosto dela
Mas ela já não gosta tanto assim
A porta ainda está aberta
Mas da janela já não entra luz
E eu ainda penso nela
Mas ela já não pensa mais em mim
Eu vou deixar a porta aberta
Pra que ela entre e traga a sua luz...



Vamos fugir!
Deste lugar
Baby!
Vamos fugir
Tô cansado de esperar
Que você me carregue...
Vamos fugir!
Pr'outro lugar
Baby!
Vamos fugir
Pr'onde quer que você vá
Que você me carregue...
Pois diga que irá
Irajá, Irajá
Prá onde eu só veja você
Você veja a mim só
Marajó, Marajó
Qualquer outro lugar comum
Outro lugar qualquer...
Guaporé, Guaporé
Qualquer outro lugar ao sol
Outro lugar ao sul
Céu azul, Céu azul
Onde haja só meu corpo nu
Junto ao seu corpo nu...
Vamos fugir!
Pr'outro lugar
Baby!
Vamos fugir
Pr'onde haja um tobogã
Onde a gente escorregue...
Vamos fugir!
Deste lugar
Baby!
Vamos fugir
Tô cansado de esperar
Que você me carregue...
Pois diga que irá
Irajá, Irajá
Prá onde eu só veja você
Você veja a mim só
Marajó, Marajó
Qualquer outro lugar comum
Outro lugar qualquer...
Guaporé, Guaporé
Qualquer outro lugar ao sol
Outro lugar ao sul
Céu azul, Céu azul
Onde haja só meu corpo nu
Junto ao teu corpo nu...
Vamos fugir!
Pr'outro lugar
Baby!
Vamos fugir
Pr'onde haja um tobogã
Onde a gente escorregue...
Tô cansado de esperar
Que você me carregue
Todo dia de manhã
Flores que a gente regue...
Uma banda de maçã
Outra banda de reggae...
Todo dia de manhã
Flores que a gente regue...
Uma banda de maçã
Outra banda de reggae...


1)     Identifique e caracterize o eu-lírico dos textos.
2)     A quem o eu-lírico se dirige em cada canção? Comprove com elementos dos textos.
3)     Justifique o uso dos pronomes em destaque em cada um dos textos e diga se o uso é adequado ou não.
4)     Caso haja alguma inadequação gramatical, faça as correções necessárias.
5)     Modifique o adjunto adverbial do trecho “Aqui na frente desse mar” de forma que a norma culta seja respeitada.
6)     Reescreva as frases acrescentando pronomes demonstrativos no lugar dos ♥. Observe o contexto apresentado
a)     ♥ flores que a gente regue...
b)     ♥ Sua boca eu beijei.
c)      ♥ Sua foto não tirei.
d)     Eu vou deixar ♥  porta aberta.
e)     Mas ♥ janela já não entra luz.






segunda-feira, 17 de maio de 2010

Antítese

Uma musiquinha para estudar antítese:

Certas Coisas
Lulu Santos e Nelson Motta

Não existiria som

Se não houvesse o silêncio
Não haveria luz
Se não fosse a escuridão
A vida é mesmo assim,
Dia e noite, não e sim...

Cada voz que canta o amor não diz
Tudo o que quer dizer,
Tudo o que cala fala
Mais alto ao coração.
Silenciosamente eu te falo com paixão...

Eu te amo calado,
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz.
Nós somos medo e desejo,
Somos feitos de silêncio e som,
Tem certas coisas que eu não sei dizer...


A vida é mesmo assim,
Dia e noite, não e sim...

Cada voz que canta o amor não diz
Tudo o que quer dizer,
Tudo o que cala fala
Mais alto ao coração.
Silenciosamente eu te falo com paixão...

Eu te amo calado,
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz,
Nós somos medo e desejo,
Somos feitos de silêncio e som,
Tem certas coisas que eu não sei dizer...

domingo, 11 de abril de 2010

2 QUESTÕES - ANÁLISE DE TEXTO E GRAMÁTICA CONTEXTUALIZADA

APLIQUEI ESTAS DUAS QUESTÕES EM UMA PROVA DE 9º ANO.


Subindo a ladeira




Quando te vejo subindo a ladeira


Ponho minha roupa de domingo, toco violão


Lanço meu sorriso de Marcos Palmeira


Mostro meu corpinho fabricado pela malhação


Quando te vejo subindo a ladeira


Faço aquele tipo mauricinho que é de matar


Te chamo prum pagode lá em Madureira


Mostro o meu book da Sonora


Pra te impressionar






Por que você não vem me dar amor


Por que você não vem pra mim


Eu não sou garota de Ipanema


Mas você também não é um Tom Jobim


LEE, Vander. Subindo a Ladeira. Vander Lee ao vivo.

Todo discurso é composto por pelo menos duas esferas: a esfera de comunicação na qual se encontram o autor e o leitor do objeto texto, o seu contexto sócio-histórico e sua intenção, e a esfera do enunciado, composta por personagens, conteúdo temático, estilo de linguagem e recursos linguísticos apropriados aos interlocutores. Analisando a esfera comunicativa e enunciativa do texto, marque a alternativa que está correta.
a) Na esfera enunciativa, o provável interlocutor é aquele a quem o eu - lírico feminino pretende impressionar, talvez um pretendente ou namorado.
b) A linguagem utilizada pelo eu - lírico não se adéqua à situação de comunicação, já que o texto deixa pistas sobre o alto nível social de seus interlocutores.
c) O texto tem como suporte, originalmente, um livro de poesias.
d) O autor faz uso de diálogos marcados pelo humor para aproximar o texto a um tipo específico de público.

No período composto por coordenação, as orações são independentes, isto é, nenhuma delas desempenha função sintática em relação à outra. Os dois últimos versos da canção poderiam ser reescritos, sem alteração de sentido, desde que a conjunção que os conecta fosse trocada desta forma:
a) Eu não sou a garota de Ipanema, logo você não é um Tom Jobim.
b) Eu não sou a garota de Ipanema porque você não é um Tom Jobim.
c) Eu não sou a garota de Ipanema e você não é um Tom Jobim.
d) Nenhuma das anteriores.

DOIS VIDEOZINHOS PRA QUEM QUEIRA OUVIR A MÚSICA:




NESSE SHOW EU ESTAVA!!!!