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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Redação ENEM

Olá pessoal

Recebi do amigo Amilcar, por email, as dicas para uma boa prova de redação no Enem e compartilho com vocês.

TEMA: Interprete a proposta com o máximo de atenção a cada detalhe, para não cometer desvios e falhas de abordagem.
COLETÂNEA: Leia os textos para extrair as principais ideias, sem copiar.
PLANEJAMENTO: Construa um roteiro completo, com argumentos e etapas do raciocínio.
CRIATIVIDADE: Invista em título, introdução e conclusão que despertem a atenção do examinador.
CONCISÃO: Priorize clareza, organização e simplicidade no desenvolvimento.
ARGUMENTAÇÃO: Use argumentos e referências que envolvam conhecimentos de outras disciplinas e atualidades.
SOLUÇÃO: Desenvolva propostas para o problema apresentado no tema.
REVISÃO: Revise atentamente a redação para minimizar erros e repetições de palavras.
LETRA: Deve ser legível.
TEMPO: Tente gastar uma hora na redação.

Temas que podem cair na redação do Enem 2011


Homofobia e direitos dos homossexuais
Marchas
Código Florestal
Questões comportamentais
 Redes sociais
Intervenção do Estado em hábitos culturais
Intervenção internacional
Criminalidade e agressão dos jovens

Fonte: Thamires Andrade/Universia Brasil

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Compartilho dessa ideia. Reinaldo Azevedo falando sobre Educação.


ESCOLA COM CRIANÇA ESPERANÇA E AFROREGGAE É A PIOR DO RIO

Escola boa ministra português, matemática, ciências etc, num ambiente de disciplina, de ordem, em que o professor ensina, e o aluno aprende. Trata-se de uma obviedade, de uma tautologia. Mas esse conteúdo tem de ser repetido dia após dia porque poucas áreas estão tão sujeitas à feitiçaria entre modernosa e esquerdopata como a educação. As crianças são pilotos de prova de ONGs que nem sequer são especializadas na área. A reportagem abaixo é um tanto chocante, especialmente porque toca numa das vacas sagradas dos descolados do morro e do asfalto: a tal AfroReggae. Estamos diante de um daqueles casos em que se pode até chutar o traseiro de Jesus Cristo, mas não ouse questionar o “intelectual” e “pensador” José Jr, o chefão da ONG. Ele opinou até sobre os assassinatos no Pará…
Sabem por que a escola em que funcionam o Criança Esperança e o AfroReggae é a pior do Rio? Eu explico: criança precisa aprender português, matemática e ciências. Ela não precisa aprender a bater lata e a dançar. Isso ela faz sozinha, sem a ajuda do professor. Experiências como a que há lá só servem à exibição turística e contentam a tese de alguns descolados. Escola não pode ser campo de concentração, mas também não é clube de recreação. A inversão de valores é tal no Morro do  Cantagalo, como vocês verão, que há alunos por lá que acham tudo uma maravilha; só a escola é que atrapalha um pouco…
Por Raphael Gomide:
O Complexo Rubem Braga, no Morro do Cantagalo, em Ipanema, abriga o Espaço Criança Esperança, da Rede Globo, o AffroReggae, o projeto Dançando para não Dançar e o Ciep Presidente João Goulart, da Secretaria Municipal de Educação. Já visitaram o local, inúmeras vezes, o prefeito Eduardo Paes, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidenta Dilma Rousseff e o governador Sérgio Cabral. A primeira-dama da França, Carla Bruni já esteve no complexo, que recebe visitas diárias de turistas estrangeiros. O conjunto de favelas Cantagalo/Pavão-Pavãozinho recebeu R$ 71 milhões em obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), um elevador panorâmico que virou ponto turístico e uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), instalada em 2009.
Paradoxalmente, apesar da permanente atividade cultural, da estrutura, da projeção e da atenção política, a escola municipal de Ipanema foi a que teve pior desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) entre as 970 avaliadas da rede municipal do Rio, 1,8 nos anos finais do Ensino Fundamental. No ano anterior, a nota havia sido 3,7. Na Prova Rio, feita em 2010, o resultado também foi ruim: 3,6, deixando a João Goulart em 683º, ainda no pior terço das escolas municipais. Nos anos iniciais do Ideb, resultado também decepcionante: é a segunda pior nota, 3,1, entre os colégios do município; no Ide-Rio (Índice de Desenvolvimento de Educação Rio), teve a 960ª posição, com 3,4.
“Os professores não passam muito as coisas. Não me surpreende em nada essa nota. É ruim. Os alunos não prestam atenção, por isso não sabemos nada. Os professores saem da sala quando os alunos estão fazendo bagunça. Só às vezes tem dever de casa. A aula é boa, mas os alunos bagunçam. Depois da refeição, todo mundo joga tangerina, fruta, um no outro, jogam comida debaixo da mesa, pegam a colher e a fazem de catapulta para jogar arroz…”, conta Joice Santos.
A entrada da João Goulart é uma porta de vidro, ladeada por uma bandeira do Brasil em um mastro. Dali, vêem-se uma escada com corrimão e, à direita, andaimes, carrinhos de transporte de material de obra, uma escada desmontável e tapumes - provavelmente restos de uma obra recente. A cinco metros da porta da escola está o projeto Criança Esperança, da Rede Globo; a outros 10 metros, o projeto Dançando para não Dançar; no andar de baixo, o grupo cultural Affroreaggae. Na sexta-feira (29), um grupo de cerca de 30 estrangeiros estava no local, rotina quase diária desde a instalação do elevador.
Caroline Corrêa, 14 anos, estudou na escola João Goulart até a 3ª série, mas saiu porque “não estava aprendendo nada”. Foi para a Escola Municipal Roma, uma das mais bem colocadas no município, com Ideb de 5,4 nos anos finais, o triplo da nota do ex-colégio. “É muita diferença”, disse Caroline.
“É curioso, mas nem tão surpreendente. Há muito preconceito no Brasil, muita desigualdade. O governo não está nem aí para a educação. Se a economia está bem, então está tudo ótimo. Mas educação é chave para um país. Parecem estar fazendo o mesmo que a Austrália: evitam educar os aborígenes para não perderem poder”, disse Ruth Hienna, de origem afro-aborígene.
A secretária de Educação, Cláudia Costin, afirmou ao iG que o mau resultado da João Goulart, divulgado em julho de 2010, também deixou todos no órgão “chocados”, por conta do “ambiente cultural rico” que cerca a escola. A secretaria mudou a direção e a coordenação pedagógica da escola este ano e instituiu uma série de programas de reforço e estendeu o horário de funcionamento para sete horas diárias.
Por Reinaldo Azevedo

domingo, 31 de julho de 2011

Piso salarial em Minas Gerais

Confesso que estou muito ansiosa por ter em mãos o meu contracheque referente à julho/2011. Tendo em vista a decisão do STF quanto ao piso salarial dos profissionais da educação e o recado que recebi em meu contra cheque de junho que informava que por não ter optado pelo regime salarial do subsídio meu salário retornaria ao que era em dezembro de 2010, estou de fato ansiosa e sem saber o que esperar.

Primeiro questionamento: é legal que dois profissionais exercendo a mesma função no estado recebam de forma diferenciada (evidentemente desconsiderando o tempo de serviço e todas as vantagens pessoais)? Diante desse questionamento: haverá equiparação salarial?

Segundo questionamento: o governo cumprirá a lei 11.738/08 no que ser refere aos profissionais que retornaram ao plano antigo? Pelo que avisa o contracheque de julho, NÃO.

Terceiro questionamento (um pouco mais específico): quando a situação dos servidores que tomaram posse em 2004 será resolvida? Explico: servidores que tomaram posse em 2004, recebem salário referente a escolaridade licenciatura curta. Estamos, desde que fomos nomeados, recebendo valor inferior ao que deveríamos receber já que possuímos licenciatura plena. É um prejuízo de + ou - 200 reais por mês.  ABSURDO MAIOR NÃO HÁ.

Então, além de voltarmos ao salário de dezembro de 2010 (fora da lei) ainda voltaremos a um salário inferior à nossa formação.

É tão absurdo, que ao fazer a reclamação na Superintendência de Ensino (metrop. B), a justificativa teve o seguinte teor: "o concurso que fizeream exigia apenas licenciatura curta." Sofisma maior não houve. Profesores que fizeram o mesmo concurso (2001), que segundo a SRE exigia apenas licenciatura curta e foram nomeados em 2002, estão com sua situação regularizada. Desculpem-me, mas "pau que bate em Chico, deve também bater em Francisco." Dois pesos e duas medidas. E a situação vem se arrastando.

Há que se solucionar. Não podemos mais ficar à mercê de uma Administração que bagunça a vida do servidor de forma tão aviltante.

Estamos voltando às aulas. Claro, sempre com energias renovadas e dispostos a um trabalho de qualidade, mas acima de tudo, queremos respeito, queremos que a Administração Educacional de Minas Gerais reconheça que somos parte fundamental de toda a engrenagem. Esperamos que percebam que executamos nossa tarefa para que  o nome MINAS GERAIS seja de fato respeitado quando o assunto for RESULTADOS.

Lutamos por bons resultados, mas precisamos que a Administração nos dê credibilidade e nos respeite para que a nossa tarefa seja realizada com entusiamo.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Eu já sabia


É certo. Todos nós já sabíamos que da partida de hoje sairia um forte candidato à Campeão Mundial.  Dois times que por seu passado marcado por glórias, almejavam a vitória.

O primeiro tempo do jogo mostrou uma seleção com gana, disposta a vencer por goleada. Um time elétrico e vibrante que apesar de todas as olhadinhas para o telão, passava uma certa sensação de amor à Pátria. O primeiro gol foi fabuloso, apesar de ter saído dos pés do pequeno Robinho. O passe certeiro de Felipe Melo, até então aluno nota dez, entregou a Jabulani de presente para o atacante que a guardou como se ordenasse  " vá para dentro do gol agora, que lá é seu lugar". Um chute de primeira e o gol, logo no início da partida. Um alívio para nós torcedores. E a esperança renovada.

Todo o primeiro tempo foi marcado pela euforia verde-amarela vestida de azul e branco. Não sei, mas sempre achei que o uniforme número um daria mais sorte. Uniforme azul, Mike Jagger no estádio, torcendo pela Seleção...  Alguma coisa soava diferente.

Voltamos para o segundo tempo de jogo com um time apagado e calmo demais. Uma confiança que os plantou no gramado. Nenhuma ousadia e em um piscar de olhos o time holandês lançou uma bola para o território de Júlio César que desesperadamente se atracou com Felipe Nervosinho Melo e, juntos, numa parceria brilhante, balançaram as redes do nosso! gol.

Foi então que o jogo para o Brasil terminou. Depois do primeiro gol "laranja", nossos astros da bola sumiram. Não me lembro de ter visto Luis Galvão Fabuloso e KaiKai, a dupla querida dos narradores de plantão, colocando os pés na Jabulani. Seria o temido vento, previsto por Dunga, soprando a favor do time adversário?

E veio o segundo gol do baixinho Sneijder que, vibrando, passando as mãos pela sua cabeça, demosntrava não acreditar que logo ele, o pequeno grande jogador, havia cabeceado a bola para liquidar a fatura.

À torcida deixo um recado não muito agradável: vamos esperar, vamos ver se aparecem por terras brasileiras uns dois ou três para darem algum tipo de satisfação.

E para terminar, torcida, apresento uma constatação: os grandes craques que vestiram o verde-amarelo voltarão direto para seus grandes times europeus, graças a Deus,  ilesos, sem contusões que os impeçam de continuar suas carreiras internacionais e a busca por fama, prestígio e alguns euros a mais na conta bancária.

Foi até bom enquanto durou.

E que venha 2014... Sem falsas promessas e grande ilusões.

Juliana de Oliveira

sábado, 19 de junho de 2010

Educação Física

(...) o professor de educação física cumpre um papel essencial, pois é ele o responsável pelo oferecimento de situações de aprendizagens que promovam o desenvolvimento motor competente de seus alunos. Tal tarefa exige a necessidade de revisar algumas noções que historicamente tem funcionado como norteadoras das ações pedagógicas da educação física escolar. Uma delas, certamente a mais determinante, é a prática pela prática, sem reflexão. A prática, quando entendida apenas como repetição mecânica, não leva o indivíduo ao planejamento da ação, ao intercâmbio de pontos de vistas, a conceitualização e a tantos outros elementos relevantes no ensino de educação física.

(...)Quantos alunos ainda hoje passam por um professor que só “rola a bola” e separa os grupos. Será que para esse tipo de intervenção é necessário um professor? Certamente não. Quando nos referimos a atuação de um professor construtivista com os jogos motores, estamos pensando em alguém que planeja, que se preocupa em oferecer as melhores situações de aprendizagem possíveis, que se preocupa com a participação de todos, que incentiva a relação entre as crianças, as diferentes formas de agrupamento e assim por diante.

Marcola – Professor de Educação Física

Veja o texto completo aqui.

sábado, 22 de maio de 2010

A "educadora", o barraco e um sonrisal

A postagem anterior tem relação com uma agressão que sofri dentro de minha escola ( a pública). Estávamos na saída do turno e havia parado por uns 3 minutinhos para conversar com uma colega quando fui surpreendida pela professora de Educação Física berrando pelo pátio e ordenando que eu parasse de "bater papo" e fosse tirar o meu carro porque a sua saída estava interditada. Ela fez um verdadeiro barraco pelo pátio da escola. Foi uma baixaria só.

Desde então tenho refletido muito sobre os motivos que podem fazer de uma instituição de ensino público a verdadeira "casa da mãe Joana" (nada pessoal contra as Joanas). E depois de muito pensar cheguei a minha conclusão: os funcionários(servidores) são os culpados. Não todos, é claro. Mas aqueles que estão ali com o único intuito de assinar o livro de ponto. Esses odeiam seus alunos, odeiam a escola e odeiam a educação.

Existe algo que se chama vocação e quem não possui vocação para ser educador não deveria estar dentro das escolas. "Quem não tem competência que não se estabeleça". Concordam?

 A educação no país, precisa de profissionais comprometidos e não oportunistas. A educação precisa de profissionais competentes que acreditem na mudança e que façam a diferença. Pessoas que respeitem o ser humano e que se façam respeitar.

Lamentável! Uma escola pública onde a crista de determinados  professores é infinitamente maior que sua competência. 

Vai um sonrisal aí? 

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Animosidade de uma profesora.

Espanta-me a animosidade colocada a mostra em sua forma mais vulgar. Era uma professora e estava completamente fora de si. Berrou para quem quisesse ouvir. É engraçado como a escola pública abriga todo e qualquer tipo de "profissional". Fosse na rede particular,  estaria ela demitida por justa causa. O artigo 482 da CLT prevê que o funcionário que agride outro, mesmo que verbalmente, colocando em cheque sua dignidade, pode ser demitido por justa causa. Mas em se tratando de funcionalismo público, a casa da mãe Joana, tudo é permitido. Lamentável. Pergunto-me quando chegará o dia em que a educação contará com o protagonismo de educadores de fato.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O Zé da Ponte

Ontem aconteceu em Belo Horizonte Evento que contou com a participação do Professor José Pacheco, um dos idealizadores da Escola da Ponte em Portugal. Nunca vi um evento para educadores, à noite, tão cheio. Foi ótimo. Ele é uma pessoa maravilhosa ... e que curiosidade!!! Fiquei muito entusiasmada com o fato de que o professor tenha projetos para implantar o método em BH. Amei.

Conheça mais sobre a Escola da Ponte.

  • Equipe coesa e solidária;
  • Formação de cidadãos autônomos e responsáveis;
  • Os pais escolhem o projeto educativo que consideram mais significantes para a formação de seus filhos, tendo, a escola, a função de sugerir aqueles projetos que possibilitem a formação integral do aluno;
  • Considera o aluno um ser único, portanto fornece a cada indivíduo um trajeto único e irrepetível;
  • Possibilita formação de identidade pessoal de cada aluno;
  • o currículo organiza-se em cinco dimensões fundamentais: linguística, lógico-matemática, naturalista, identitária e artística.
  • Educação pautada em valores;
  • considera o aluno de forma holística;
  • Considera que todo o aprendizado verdadeiro é, na verdade, autoconhecimento.
Uma escola que deu certo....

Visite o site da Ponte: http://www.escoladaponte.com.pt/

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Blog : Há controvérsias.com

Minha amiga Júnia em seu blog Há controvérsias.com se auto-denomina reacionária. Vai contra o sistema de cotas pra ingresso em universidades no Brasil. Com muita eficiência expõe seu ponto de vista, que é também o meu.


O que o governo faz ao oferecer cotas para determinada camada social ou racial é nada mais que TENTAR corrigir uma falha de uma política pública ineficaz. "Já que não é de nosso interesse melhorar as condições da escola pública (frequentada na maioria por alunos negros), vamos oferecer cotas para esses coitados" Assim diria o governo? Será possível que não percebam que a escola pública pode sim ser de qualidade? Volto a falar aqui do estigma da escola pública. E é apenas um estigma, já que com toda a falta de estrutura é possível perceber nela práticas pedagógicas que obtiveram sucesso, além de profissionais deveras empenhados e qualificados. É preciso valorizar o professor. Rever salários e plano de carreira seria um primeiro e importante passo. Um programa que re-avaliasse o salário da carreira seria mais eficaz que a polêmica distribuição de cotas, que exclui ainda mais os beneficiados que ao conseguirem ultrapassar as portas da universidade, serão, lá dentro, mais uma vez discriminados, tachados, rotulados. Continuarão a desempenhar, agora no meio acadêmico, o papel de pobres e negros que precisaram da esmola desse "santo" governo para conseguir aquilo que é tão natural para os favorecidos: ingressar no ensino superior.

domingo, 29 de março de 2009

troca de experiências

Olá colegas,

Como é importante a troca de experiências entre professores. A reunião por área que tivemos no fim de semana foi proveitosa. Não me lembro de outra assim!!!! Claro que há muito o que melhorar. Estamos sempre aprendendo.

A pauta era estabelecermos as ações para o PIP (plano de intervenção pedagógica) em 2009. Acredito que alcançaremos bons resultados com as ações que sugerimos.

Teremos outra reunião em 15 dias.

Beijos... Juliana.

segunda-feira, 16 de março de 2009

O esteriótipo da escola pública

Passei o fim de semana envolvida com escolas. Meu filho teve aula no sábado. Às 7 da manhã estávamos todos lá parados em fila dupla (veja o paradoxo), felizes por nossos pequenos estarem bem dispostos em busca de algum conhecimento. Deixei-o em sua sala de aula e fui para minha escola com a sensação de dever cumprido.

Hoje, entre uma aula e outra,passei a refletir, após ouvir um debate no rádio, sobre os motivos que fazem com educação pública seja tão violentada por toda a sociedade, desde aqueles que não precisam dela até aqueles para quem a escola pública é a única opção de crescimento intelectual, passando, inclusive, por profissionais que nela atuam.

Onde, de fato, está o motivo para tanta rejeição? Qual a diferença entre o ensino público e privado já que a maioria dos profissionais que lecionam na rede particular o fazem também na rede pública? Os alunos, hoje em dia, estão todos mais ou menos iguais em termos de interesse e responsabilidade. O Estado financia o ensino público de forma razoável. Claro que há necessidade de um bom gestor a frente da ecola para que a verba disponibilizada seja usada de forma racional e objetiva atendendo às necessidades do alunado no sentido de proporcionar-lhes recursos pedagógicos inovadores. Então, onde está o problema? Por que o ensino público está tão deteriorado?

São essas as questões que me intrigam. Busco pelas respostas enquanto procuro aperfeiçoar a minha prática.

sábado, 7 de março de 2009

Para refletir em 8 de março

Encontrei esse vídeo no blog "Para Francisco" e tomei a liberdade de publicá-lo aqui porque acredito que sua mensagem é perfeita. Dia 8 de março é o dia INTERNACIONAL da mulher. Olha que importante!!!! Tenho certeza de que muitas de nós receberemos os parabéns ao acordarmos nesse dia. Os maridos, filhos e todos os homens que convivem conosco, provavelmente nos homenagearão de alguma forma. Esquecem-se de que precisamos de atenção, afeto, carinho, cuidado e respeito todos os dias. Estamos , hoje, em pé de igualdade, direitos iguais, salários equiparados, aguentamos o tranco do dia-a-dia fora de casa e quando chegamos não encontramos a mesa posta, a cama pronta, a roupa e a casa limpas... Chegamos da nossa jornada de trabalho e começamos outra quando entramos em casa. Tá certo, somos fortes, independentes, modernas e praticamente não precisamos deles. Não precisamos mais de um homem que nos sustente, que nos honre com seu sobrenome. Não é disso que precisamos. Precisamos de afeto, reconhecimento, atenão. Precisamos de alguém que esteja ao nosso lado quando estamos fragilizadas, cansadas, emocionalmente abaladas. Alguém que compreenda nossas crises de TPM. Onde estão esses homens? Como pode um homem amar uma mulher sem compreendê-la integralmente?

Não quero pensar em 8 de março. É só um dia que ficou marcado devido à uma greve de tecelãs que acabaram morrendo queimadas dentro de uma fábrica. É preciso acreditar em homens e mulheres juntos, unidos, respeitando-se, admirando-se, confiando de olhos bem fechados que se por um momento um perder o rumo, o outro estará lá, servindo-lhe de guia a qualquer hora.

Beijos, Juliana.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Blog da Glória Perez

Olá professores,

A autora Glória Perez solicitou que nós, professores do Brasil, entremos em seu blog http://gloriafperez.blogspot.com/ para contarmos histórias que acontecem em nossas salas de aula. Em sua página ela diz que dois personagens serão nossos porta-vozes no momento oportuno. Seria legal se postássemos lá nossos problemas mas também aquilo que de bom acontece.
Abraços, Juliana.